Ética: até que ponto? Ao articulista foi indicado remédio errado

21 de agosto de 2013
O autor do texto abaixo escapou de boa, pois médico prescreveu medicamento que médico do plantão seguinte condenou.

A ética profissional, tão comentada e pouco praticada em algumas áreas, continua sendo evocada como paradigma das profissões e dos negócios, com especial foco na Medicina, Direito, Engenharia, Arquitetura, Jornalismo, Política, Religião e, óbvio, nas transações mercantis de todos os tipos.

Ética, como se sabe, é parte da Filosofia que trata da conduta humana, sob o ponto de vista do bem e do mal.

Neste primeiro texto – suponho que terei a oportunidade de escrever sobre outras áreas também – estou me ocupando da pretensa ética médica, a partir de experiência pessoal como a que vivi nos últimos dias com a pressão arterial acima do normal, o que nunca me preocupa por ser hipertenso.
Levado a um pronto socorro de hospital particular, submetido àquela avaliação prévia, que é usual em quase todos os hospitais, a médica que me atendeu viu que o meu caso era realmente de urgência. Encaminhado para outro profissional, lá mesmo, fui medicado com soro na veia, comprimido sublingual e analgésico; minha pressão se normalizou e voltei ao médico, agora outro em virtude a mudança de plantão, para receber alta, e este, ao me examinar de novo pediu a receita que o colega aviou antes, para ter certeza da medicação prescrita; ao examiná-la ficou surpreso e assustado com um dos remédios prescritos, chegando ao ponto de me dizer que o seu colega estava equivocado, por se tratar de medicamento contra-indicado para pessoa idosa, podendo contribuir para me causar um trombo ou infarto.

Nesse sentido, vejo que a ética médica está ficando mais ética, inclusive, visando o bem estar e saúde física dos pacientes, algo até umas décadas atrás era algo inimaginável! Imagine um médico dizer que o seu colega havia errado na prescrição do remédio?!

Dou graças a Deus porque o remédio que o médico me prescreveu e era para começar a tomar depois que saísse do hospital não havia sido comprado e lá no pronto socorro não me aplicaram a medicação errada, senão ficaria sem poder contar este caso!

Entendo que ética deve ser o norte principal de qualquer profissional, empresário, religioso e político! Em qualquer área a ética precisa prevalecer, do contrário continuaremos vendo esse monte de coisa errada que se nota em todos os lugares.

Nota da redação:
Está mais do que claro que a ilustração expressa o equívoco – ou erro? – do médico que receitou medicamento inadequado para a situação do jornalista paciente.

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